jan 19 2018

Imprensa MDM

“Minhocão, uma excrescência urbana que poderia ter sido demolido”, afirma o urbanista Mauro Calliari

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BLOGS

Caminhadas Urbanas

Espaços públicos, caminhadas e urbanidade.

A anacrônica obsessão de dar nomes de pessoas    

aos viadutos e pontes

Mauro Calliari *

  • Administrador de empresas e Mestre em Urbanismo.

Autor do livro “Espaço Público e Urbanidade em São Paulo

04 Janeiro 2018

Mais do que discutir se tal pessoa merece uma homenagem,

talvez seja hora de entender por que nossos representantes

continuam tão ligados numa coisa tão anacrônica.

MDM OESP 3

Viaduto Marisa Leticia. Foto: Estadão

     Marisa Leticia. Tom Jobim. Maria Maluf. João Goulart. Dona Paulina. Otavio Frias de Oliveira.Julio de Mesquita Filho. Presidentes, jornalistas, mães e mulheres de políticos, uma filantropa, um cantor.

     Por que alguém quereria virar nome de um viaduto, uma ponte, ou pior ainda, de um complexo viário? Afinal, essas coisas todas são normalmente de cor cinza, cheias de carro, poluídas, com “alças de acesso” e “vigas de sustentação”.

     Pois mesmo assim, descobrimos que a nossa valorosa Câmara dos Vereadores continua a querer homenagear as pessoas que morreram com a discutível honra de dar seus nome a viadutos, pontes e passagens subterrâneas.

MDM OESP 2

Viaduto Marisa Leticia. Foto: Estadão.

     Mais do que discutir se tal pessoa merece uma homenagem, talvez seja hora de entender por que nossos representantes continuam tão ligados numa coisa tão anacrônica.

     Toneladas de cimento, muitas vezes superfaturadas, que levam objetos de metal para lá e para cá não parece ser uma maneira contemporânea de homenagear alguém.

     Tom Jobim foi o poeta do amor, dos pássaros, da natureza. Quando jovem, nadava a Lagoa Rodrigo de Freitas de ponta a ponta. Qual é a razão para algum incauto prestar-lhe uma homenagem com uma passagem subterrânea no centro de São Paulo, destinada a melhorar o fluxo de carros entre a Prestes Maia e a Senador Queiroz?

     O viaduto Dona Marisa Leticia, outro exemplo, foi retratado hoje numa matéria do Estadão. Independente do discutível mérito da homenagem, o que se viu foi um viaduto inacabado, em que as pessoas são obrigadas a passar por cima de uma horrível mureta de concreto para poder atravessar.

     Viadutos estão sendo rediscutidos no mundo todo. No Rio de Janeiro, a Perimetral (que tinha o nome oficial de Juscelino Kubitschek) veio abaixo.

     Em Seul, um mega-minhocão foi destruído para dar lugar a um riozinho e um espaço público de primeira linha.

     Enquanto isso, aqui, o viaduto Otavio Frias de Oliveira, hoje transformado num surreal cartão postal da cidade, não permite sequer que uma pessoa ande sobre ele.

     Para não falar no Minhocão, uma excrescência urbana que poderia ter sido demolido em vez de ganhar novo nome, o do ex-presidente João Goulart, no ano passado.

     Já é hora de nossos representantes repensarem seus valores. (…)

http://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/caminhadas-urbanas/

*     *     *

OESP log

Fórum dos leitores

O Estado de S.Paulo

27 Dezembro 2017 

MINHOCÃO

          A matéria “como o Minhocão me transformou em ativista acidental” dá visão equivocada e abstrai que o Minhocão – viaduto passando no meio de prédios residenciais, a 8 metros de altura, “sem as mínimas condições de segurança”, conforme Laudo Técnico do Corpo de Bombeiros – foi imposto à população na década de 70, pelo ex-Prefeito Paulo Maluf, gerando graves problemas de saúde, segurança, invasão de privacidade, incomodidade insuportável a milhares de moradores e degradando 4 importantes bairros centrais.

          Francisco Gomes Machado, diretor do MDM – Movimento Desmonte Minhocão, vice-presidente do Conseg – Conselho de Segurança – de Santa Cecília, Higienópolis, Barra Funda e Campos Elíseos [email protected]

São Paulo

 *     *     *

ATHOS, ATIVISTA ACIDENTAL

          Os direitos humanos constitucionais ao descanso, sossego, saúde e segurança são anteriores e mais importantes do que ao lazer.

          O fundador do “parque” Minhocão (que reconhece não morar na região) parece não saber dos problemas que nós moradores sofremos com esse elevado do Maluf.

          Os carros passam. As pessoas ficam e olhando para dentro dos apês, tiram fotos de nossa intimidade.

          Há cracolândia noturna. Sexo ao vivo. Um inferno. Sem falar na poluição atmosférica e sonora absurdas!

          Desmonte do Minhocão, já!

          Parque, sim, mas no chão.

          Marlene Klaiom da Silveira   [email protected]

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,forum-dos-leitores,70002131473

*     *     *

FACEBOOK

https://www.facebook.com/groups/157092577826500/permalink/736974876504931/

Iza Marie Miceli
São Paulo

          Não sou a favor do fechamento do parque Minhocão com grades,porém, a má educação e falta de bom senso de alguns frequentadores me fazem repensar…

          Hoje, uma segunda-feira 00h57 da madrugada estão fazendo churrasco e ouvindo som alto!

          Total desrespeito aos vizinhos.

Comentários

Dulce Paviani

          Em todo lugar tem gente sem noção e educação.

Soraya Diniz Justo
          Denuncia para subprefeitura.
          Quem sabe teremos mais fiscalização.
          Afinal  “evento” é proibido e o barulho também.

Jorge Vaz Nande
          Nesse caso, a solução é simples: ligue para a polícia e faça queixa.

Aparecida Cardoso De Osa Cida Barbosa
          É um parque..

Tiago Candiani
          parques fecham às 22h…

Aparecida Cardoso De Osa Cida Barbosa
          Só no minhocão não tem limites..

Tiago Candiani
          liga para a policia 190

Estela Moreira Pimentel
          Sem respeito ao próximo nada vai pra frente….

https://scontent.fcgh11-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-1/p80x80/12540875_10208742140897839_422443822588958063_n.jpg?oh=f12744a534be77642fa79c8902765143&oe=5AF97F70

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jan 14 2018

Imprensa MDM

MINHOCÃO: PROBLEMA ESTRUTURAL QUE SÓ SE RESOLVE PELO DESMONTE – DEPOIMENTOS

Desmonte MDM logTVB13TVB1

 Repórter São Paulo

 No AR em 26/12/2017 – 12:35

Vereadores aprovaram o projeto de lei

que cria o parque Minhocão

TVB11

Repórter São Paulo

TVB9

          Repórter Sarah Quines: Quando o barulho de buzinas , freadas e aceleração estão na frente de casa, aonde mora o sossego? São quase três quilômetros de concreto suspenso, que cruzam quatro bairros da região central e da zona oeste de São Paulo.

          O Minhocão, como é conhecido o Elevado Presidente João Goulart é um velho conhecido da cidade. Inaugurado em 1970, ele causa polêmica desde essa época. Mais de 230 mil pessoas são afetadas por muito barulho e poluição.

TVB10

          Osvaldo Maria Oliveira, motorista: Incomoda. Muita gente debaixo do Minhocão. Barulho. À noite, drogado… pessoal faz muito barulho… não respeita… a Prefeitura fechou os portões, mas não adianta.

          Repórter Sarah Quines: O Projeto de Lei aprovado pelos Vereadores e que agora depende apenas da sanção do Prefeito João Dória, pode mudar essa realidade. Ele transforma o elevado no “parque” Minhocão e desativa progressivamente a via para os carros. (…)

          Questões como segurança e horários de funcionamento também deverão ser pensadas , caso o Projeto seja aprovado. Em agosto, o Ministério Público recomendou a instalação de grades de proteção e limite de acesso de pedestres , a pedido da associação de moradores . Segundo o MP, o fluxo de pessoas perturba o sossego e a privacidade de quem mora no entorno.

          Os Promotores criticaram também o uso do Elevado por pedestres, que consideram as grades de proteção, que ficam nas laterais, muito baixas. Irene mora há quarenta anos em frente ao viaduto. Ela defende o Desmonte do Minhocão e reclama do movimento de pessoas durante a noite.

TVB8

          Irene Oliveira, moradora e empresária: Tenho muita dificuldade para dormir exatamente pela ocupação noturna.

          SE for ocupado, que se tenha horário. Todos os parques de São Paulo tem horário para abrir e para fechar.

          A grande maioria fecha entre 7 e 8 horas da noite, 19 e 20 horas. Então, o que nós moradores queremos que isso seja regrado.

          Repórter Sarah Quines: Você já imaginou São Paulo sem isso aqui? Alguns urbanistas também defendem a demolição do viaduto. Para esse arquiteto, mesmo que transformado em “parque” , o viaduto continuará a trazer problemas.

TVB6

          José Borelli Neto, arquiteto e urbanista: Qualquer reaproveitamento do Minhocão, você vai manter … ele vai estar lá. Certo?

          Poluição de automóvel. Poluição do ar. Problema da umidade que tem embaixo, que não bate sol. Tem goteira. Tem vazamento. Essa coisa toda.

          Então, é um ambiente totalmente insalubre.

          Qualquer coisa que você faça nele, você vai manter essas características de insalubridade, a dificuldade para as habitações que estão em volta do Minhocão.

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          Repórter Sarah Quines: Além da polêmica demolir o Minhocão ou transformá-lo em “parque”, o receio dos motoristas é que com a desativação do viaduto, piore o trânsito. Mas esse urbanista diz que afeta pouco o fluxo dos carros.

          José Borelli Neto, arquiteto e urbanista : Tem uma série de estudos que dizem que esse impacto não seria importante do ponto de vista do tráfego da região.

          Que esse tráfego poderia ser transferido para ruas paralelas, e eventualmente o remanejamento, é claro, você não pode simplesmente demolir o Minhocão.

          É claro que isso precisa ter todo um estudo de tráfego. Mas, eu acho, com certeza, que isso seria possível de se contornar.

http://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-sao-paulo/2017/12/vereadores-aprovaram-o-projeto-de-lei-que-cria-o-parque-minhocao

 

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dez 24 2017

Imprensa MDM

Diretoria do MDM deseja Feliz Natal e próspero ano novo, numa São Paulo sem Minhocão

 

Diretoria do MDM deseja Feliz Natal para você, sua família

natal Menino Jesuse próspero Ano Novo de 2018. 

Agradecemos a todos os simpatizantes e colaboradores

que ao longo desse ano de 2017 deram sua valiosa participação

para que consigamos viver numa São Paulo, “Cidade Linda”,

sem a feiura e a degradação do Minhocão.

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dez 14 2017

Imprensa MDM

Vereadores de São Paulo dão “Cheque em Branco” para criação de “parque” sobre as pistas do Minhocão

Desmonte log Panorama Central

 

Minhocão: Câmara dos Vereadores aprova

“parque Minhocão” em voto simbólico

Desmonte Artur

Por Artur Monteiro (*)

Em meio aos inúmeros pacotes de aprovação de projetos,

estava incluso a do PL 10/2014 que cria o parque Minhocão.

          Por diversas vezes lideranças locais conjuntamente com conselhos transversais tentaram aproximação com a presidência das câmaras técnicas solicitando debater o assunto democraticamente, e nunca foram atendidos, inclusive com o Presidente Milton Leite.

Desmonte Ofício Milton leite

          Vereadores aprovam projetos sem discutir as causas e efeitos nocivos que este projeto provocará na saúde dos moradores lindeiros a estrutura, e por qual motivo?

          O Gestor Doria estará em uma situação difícil

          Sancionar parcialmente ou integralmente este Projeto de Lei aumentará a insatisfação de sua gestão na região central que já é temerária. Também travará uma disputa judicial, já que existem ações no Ministério Público provocadas pelas associações de moradores e conselhos transversais.

          Vetar este Projeto de Lei integralmente por falta de transparência e participação democrática e devolver a Câmara dos Vereadores para as Comissões Permanentes debaterem o assunto com a comunidade, pode ser uma saída democrática plausível que agradaria tanto a quem quer o parque na estrutura quanto a quem o parque no chão, já que neste ponto não há divergências.

          TODOS QUEREM PARQUE, PORÉM O QUE ESTÁ SENDO DEBATIDO É ONDE: 

          NA ESTRUTURA OU NO CHÃO.

          Entenda o caso

          Para ser instalado o parque será necessário à desativação dos veículos, e estes passarão a circular pela parte debaixo da estrutura. Esta manobra aumentará a retenção dos poluentes na estrutura, principalmente Monóxido de Carbono (altamente maléfico para o ser humano).

          Esses poluentes adensados no topo da estrutura irão escapar pelas laterais, indo diretamente parar nas janelas dos imóveis e inalados pelos moradores de seu entorno, sem falar no agravamento da poluição sonora que já é preocupante.

          Este é um dos grandes entraves que o PL 10/2014 se recusa a debater com a comunidade, como também os custos com manutenção e a forma de irrigação, o orçamento da Secretaria do Verde, os impactos de vizinhança, impactos do trânsito, perturbação e incomodidade, gastos com atendimento UBS e remédios, proliferação de mosquitos transmissores, crise hídrica, problemas sociais e de desenvolvimento urbano, problemas de segurança, entre outros.

          O que já foi gasto?

          Jardins verticais – Instalação: Instalados nas laterais dos prédios, sendo que o problema está na janela dos imóveis.

Edificio Santa Filomenta   538.182,12

Instituto Presbiteriano Mackenzie    306.514,32

Edifício Santos   156.821,28

Edifício Minerva   579.169,50

Edifício Bonfim  1.455.943,02

Condomínio Huds  253.943,55

Condomínio Santa Cruz 499.867,83

Total           3.790.441,62

          Deve-se ainda computar os gastos com manutenção.

          Quanto será gasto para criação do parque Minhocão?

          Esta pergunta como outras não foram debatidas na Câmara dos Vereadores, já que não passou nas devidas comissões, falha gravíssima. O fato é que a estrutura precisará ser adaptada e o “Cheque em Branco” foi dado para transformar a estrutura em Zona Especial de Proteção Ambiental –ZEPAM, conforme estipula o Plano Diretor Municipal.

          Por outro lado o seu desmonte integral custará R$ 28 milhões (incluindo transporte e limpeza das vigas), e poderá dar lucro estimado em R$ 45 milhões caso a Prefeitura opte por vendê-las ao invés de usá-las em pontilhões pela Cidade.

          O fato é que qualquer centavo investido em uma estrutura velha e caótica SERÁ DINHEIRO PÚBLICO DESPERDIÇADO, já que o seu DESMONTE DÁ LUCRO.

Tags: Minhocão

(*)Sobre o autor

Artur Monteiro

Artur Monteiro é Administrador de Empresas com especialização em Auditoria.

Trabalha na Entre Imóveis – Administração de Bens, Condomínios e Imobiliária.

Com mais de 20 anos com atuação no voluntariado, atuou no acompanhamento do Orçamento Público, Desenvolvimento Urbano e Social e Meio Ambiente.

Nestes últimos anos, foi conselheiro em várias secretarias, como: Conselho Municipal de Politicas Urbanas (Secretaria de Desenvolvimento Urbano), Conselho do Planejamento e Orçamento Público (Secretaria de Gestão), Conselho de Segurança Pública (Governo Estadual), como também ocupou cargos de direção em alguns movimentos e Associações de Amigos e Moradores.

Também é Conselheiro Participativo Municipal pela Prefeitura Regional Sé, representando o Distrito da República e Coordenador do Grupo de Trabalho de Zeladoria Urbana e Assistência Social.

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dez 14 2017

Imprensa MDM

VEREADORES DE SÃO PAULO APROVAM PROJETO DE LEI ATENTATÓRIO À SAÚDE E SEGURANÇA PÚBLICA

Desmonte MDM log

          A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na noite de 13/12/217, o PL 10/2014 do vereador Police Neto, que visa a eliminação do uso viário do Elevado João Goulart e pretende a instalação de pretenso “parque”.

         Associações, lideranças comunitárias e moradores, Subscritores da REPRESENTAÇÃO ao Ministério Público, que deu motivo a abertura de IC – Autos Inquérito Civil Nº 43.0279.0000153/2016-7 – lamentam mais esta aprovação desastrada na Câmara Municipal.

         Imposto à população na década de 70 do século passado, o Elevado João Goulart – Minhocão – , considerado pelos mais renomados experts como uma “aberração urbanística” – viaduto passando no meio de prédios residenciais – gerou uma série de sérios problemas de saúde, segurança, invasão de privacidade e incomodidade insuportável aos mais de 230 mil moradores que residem ao longo e no entorno de seus 2 kms e 800 metros.

         O referido PL aprovado pelos políticos, ao proibir o uso do elevado como viário, sem a eliminação de sua estrutura, aumentará ainda mais os problemas e gastos para a Prefeitura.

         Fechado em cima para o trânsito, os milhares de veículos se concentrarão na parte debaixo, ejetando na atmosfera os poluentes cancerígenos (monóxido de carbono) ejetados dos escapamentos.

          As pistas do Minhocão com seus 17 metros de largura funcionam com gigantesca “tampa de panela” que impedem a dispersão pela atmosfera dos gases tóxicos, prejudiciais à saúde humana, aumentando ainda mais os níveis já absurdos da poluição atmosférica local.

          “Minhocão’ é 79% mais poluído que o resto da cidade de São Paulo” .  É o que mostram dados do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da USP. http://conexaoplaneta.com.br/blog/com-ou-sem-carros-minhocao-e-79-mais-poluido-que-o-resto-da-cidade/ http://www.minhocao.net.br/

          É necessário ressaltar também que o Minhocão está a 8 metros de altura e não tem “as menores condições de segurança” para outro uso que não viário, conforme Ofícios de Laudo Técnico do Comando do Corpo de Bombeiros e do Comando Metropolitano da Polícia Militar enviados ao Ministério Público e juntados aos Autos do mencionado IC.

          Acrescentando que o Código Penal, em seu artigo 132 qualifica como “crime”, colocar pessoas em local com risco de vida e à saúde. No caso de um incidente no Minhocão, quem assumirá as responsabilidades civis e criminais?

          Enquanto em famosas cidades pelo mundo – Boston, Lyon, Montreal, Madrid, Seul, Vancouver, Barcelona, Rio de Janeiro – se elimina viadutos – paliativo que transpõe um problema viário de um local para outro – e se requalifica e moderniza o local degradado, em São Paulo, em perplexitante atitude de retrocesso a essa tendência moderna mundial, políticos da Câmara Municipal aprovam a perpetuação da estrutura obsoleta e decrépita do Minhocão.

          Esperamos que o Prefeito João Dória, coerente com seu Projeto Cidade Linda, elimine a feiura da estrutura do Minhocão e não a perpetue, com sério risco de se transformar em uma Cracolândia suspensa.

          Esperamos que o Prefeito João Dória não se submeta as pressões políticas, contrárias aos interesses do progresso de nossa cidade; contrárias a solucionar os sérios problemas que sofrem milhares de munícipes; contrárias a modernização da área central; contrárias a sua requalificação; contrárias a se constituir novo cartão postal e assim atrair negócios e turistas do mundo inteiro.

          Portanto, esperamos que o Prefeito João Dória não aprove o PL 10/14, que além dos problemas acima indicados, não foi debatido nas Comissões e é ilegal, pois viola a Lei Orgânica do Munícipio, que veta ao legislativo impor despesas ao Executivo.

*   *     *

     Obs: apesar de sermos movimentos, associações e lideranças comunitárias, apolíticas e apartidárias, informamos aos munícipes a seguir, os Vereadores que votaram contra o progresso da cidade, ao aprovar o PL 10/14, de perpetuação da estrutura do Minhocão e os que votaram a favor dos milhares de moradores.

 

     Votaram contra os milhares de moradores que residem ao longo e no entorno do Minhocão e contra o progresso da cidade:

Adilson Amadeu,    Adriana Ramalho,   Alfredo Guedes,   Alfredinho,  Antonio Donato,    Arselino Tato,    Atílio Francisco,   Aurélio Nomura,    Cláudio Fonseca,    Conte Lopes,    Edir Sales, Eduardo Tuma,    Fábio Riva,    Isaac Félix,    Milton Ferreira,   Milton Leite,    Noemi Nonato,    Ota,    Paulo Frange,    Police Neto,    Reis,    Ricardo Nunes,    Ricardo Teixeira,    Rodrigo Goulart,    Rute Costa,  Toninho Paiva,    Tripoli e    Zé Turin.

 

    Votaram a favor dos milhares de  moradores que residem ao longo e no entorno do Minhocão e a favor do progresso da cidade:

 

André Santos,   Caio Miranda,    David Soares,     Eduardo Suplicy,    Fernando Holiday,    Gilson Barreto,    Janaina Lima, João Jorge,    Natalini,    Rinaldi Digiglio,    Sâmia Bonfim, Sandra Tadeu,    Soninha Francini e    Toninho Vespoli.

 

http://www.minhocao.net.br/

https://www.facebook.com/movimentodesmontedominhocao/

 [email protected]

 

 

 

 

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