dez 02 2018

Imprensa MDM

MINHOCÃO: DIRETORES DO MDM CONCEDEM ENTREVISTAS A JOVENS UNIVERSITÁRIOS

M D M   I N F O R M A

 

DIRETORES DO MDM CONCEDEM ENTREVISTAS

A JOVENS UNIVERSITÁRIOS

 

São Paulo, 2 de dezembro de 2018 –  O mês de novembro foi de intensas atividades para o MDM – Movimento Desmonte Minhocão. Entre elas, os Diretores Dra. Yara Goes e Francisco Machado concederam entrevistas a jovens universitários de três Faculdades:

BELAS ARTES,

USP (Faculdade de Turismo – TCC) e

FGV (TCC).

Dra Yara Goes faz palestra para jovens universitários

da Faculdade Belas Artes

 

No contato com os jovens universitários, os Diretores do MDM tiveram ocasião de desmistificar

o assunto Desmonte do Minhocão, do qual muito se fala e pouco se conhece.

Responderam perguntas, esclarecendo a saraivada de fake news,

que determinado lobby espalha pelas mídias.

Com efeito, o Desmonte do Minhocão é obra limpa, sustentável, que se auto financia,

dá lucro para a Prefeitura, resolve o grave problema estrutural

que gera sérios problemas de segurança, saúde, invasão de privacidade

e incomodidade insuportável a mais de 230 mil moradores

que residem ao longo de seus 2 kms e 800 metros e entrava o progresso.

São Paulo, maior capital da América Latina continuará com  esse apagão urbanístico

que já dura 47 anos,  que degradou importante área central

e perpetuará esse monumento de feiura, degradação e atraso?

 

Boston, Lyon, Vancouver, Madrid, Seul, San Francisco, Montreal,

Barcelona, Rio de Janeiro optaram pelo progresso

e já  eliminaram o “Minhocão” local,  

revitalizando e requalificando a área central, atraindo o comércio,

turismo e gerando milhares de novos empregos.

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dez 02 2018

Imprensa MDM

Minhocão: Jardins Verticais – Secretaria das Subprefeituras Regionais informa ao PORTAL MDM que “empresa não honrou o acordo oficializado” e a “PMSP assumiu a manutenção”

     NR:  a propósito de reportagem publicada sobre jardim vertical que secou, na Avenida Amaral Gurgel, ao longo do Minhocão, recebemos a seguinte NOTA da Secretaria das Subpefeituras Regionais, sobre o jardim vertical da Av. 23 de Maio, com pedido de publicação:

     Nota:

     A Secretaria Municipal das Subprefeituras informa que os serviços de manutenção, abastecimento de água e energia elétrica do Corredor Verde estão  sendo mantidos pela administração municipal. A empresa responsável pela manutenção assinou um Termo de Compensação Ambiental (TCA) com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente com validade até fevereiro de 2018. Em abril de 2018, houve o recebimento por parte da secretaria. 

     Em maio de 2018 a empresa responsável, 90 Graus, nos repassou a manutenção. Ocorre que no processo constam duas cartas oficiais da 90 Graus se comprometendo pela manutenção pelo período de três anos. Cobrada deste compromisso, a empresa se furtou a cumpri-lo e não honrou o acordo oficializado pelas cartas. A partir de junho de 2018, a PMSP assumiu a manutenção tratando diretamente com as concessionarias para manter o abastecimento e passando a responsabilidade das contas para as Subprefeituras das áreas.

     Não houve falta de abastecimento e sim vandalismo em toda a estrutura de distribuição. Devido ao vandalismo excessivo, entretanto, dois pontos, nos viadutos Pedroso e Beneficência Portuguesa, tiveram a irrigação prejudicada. A irrigação tem sido feita rotineiramente no período noturno e nos fins de semana durante o dia.

     A PMSP atuou firmemente na recomposição de todos os nove pontos de abastecimento de água, criando um sistema antivandalismo para garantir o funcionamento ininterrupto.

     Os custos para a manutenção estão englobados dentro dos valores gastos pela SMSUB para manutenção de todas as áreas verdes da cidade. 

     Não há intenção de remover o Jardim Vertical e sim de mantê-lo irrigado e florido. Para tanto, os sistemas de abastecimento e distribuição são implantados com proteção antivandalismo e a manutenção tem sido realizada de forma intensa e rotineira.

     Atenciosamente,

     Jaqueline Rapp

     Assessoria de Imprensa

     Secretaria Municipal das Subprefeituras 

     Jaqueline Rapp

     Assessoria de Imprensa

     Secretaria Municipal das Subprefeituras 

     (11) 3105-7890 / (11) 3101-5050 – r: 464

     Rua Líbero Badaró, 425 – 36º andar

     Centro – São Paulo – SP – 01009-905

*     *     *

          NR:  1º) o jardim vertical na Avenida 23 de Maio está em paredão público,  que fica de frente ao viário. Não é como no Minhocão, cujos jardins verticais estão nas empenas cegas laterais dos prédios, sujeitos à Convenção e a legislação vigentes sobre “alteração de fachada“.

                  2º) Apresentamos a seguir, “Ponderações de um especialista

sobre os jardins verticais no Minhocão.

     O especialista, David Abrão, Presidente do Sindicato dos Floristas e Jardineiros do Estado de São Paulo havia ponderado e alertado sobre o alto custo do jardim vertical, e de modo especial,  no Minhocão e sua real eficácia.

     Afirmou que enquanto um metro quadrado de jardim, no chão, fica entre 60 e 80 reais, no jardim vertical o metro quadrado fica em cerca de setecentos reais, mais a manutenção que é igualmente muito cara.

     O especialista questionou a eficácia do jardim vertical no Minhocão, que para ter algum resultado benéfico – assimilar a um pouco da poluição e barulho – precisaria que fosse instalado na frente do prédio, voltado para o Minhocão. Ora, a maioria deles foram instalados nas empenas cegas laterais dos prédios, colocando em dúvida sua real eficácia. 

 

      Acrescentou que “deve-se ter presente que os edifícios e condomínios são regidos por uma “constituição”, ou seja, sua Convenção/Regulamento. Ela estabelece normas objetivas para preservar a integridade do prédio , disciplinar e ordenar a boa convivência entre os condôminos, evitando-se assim entre outras coisas, eventual arbítrio da figura do Síndico que de dois em dois anos se alterna na administra-ção.

 

        Uma dessas regras estabelecidas pela Convenção dos condomínios, em conformidade com o que determina a Lei número 4.591 e outras posteriores, é a de que não é permitida alteração da fachada do edifício:

 

Capítulo XÉ Proibido – (…) 5º ) Efetivar qualquer modificação que altere a forma ou aspecto externo do Edifício”.

 

          Consultado o SECOVI-SP, Sindicato da Habitação,a respeito do assunto jardins verticais, recebemos de Alexandre Callé, Assessor Jurídico – Departamento Jurídico SECOVI-SP, a seguinte resposta:

 

           (…) “Alguns cuidados devem ser observados pelos condomínios, de modo que não acarrete prejuízos aos seus condôminos. Por exemplo, deverá o profissional responsável pelo projeto demonstrar que a instalação do jardim não irá comprometer a impermeabilização da edificação diante possíveis vazamentos, infiltrações e até mesmo bolor dentro das unidades.

           Deverá ser observada a questão da manutenção do jardim, pois, não é um sistema fácil de ser tratado, até mesmo diante da altura em que os trabalhos deverão ser realizados, com a observação das normas de segurança aos funcionários.

 

           Apesar das vantagens, o custo para a instalação e manutenção do jardim vertical é muito alto, podendo implicar gastos excessivos aos condôminos.

 

           É necessário manter um sistema automático de irrigação e fertilização. Logo, é importante que o assunto seja tratado previamente em assembleia com muito esclarecimento e cuidado.

 

           Outro aspecto que deve ser observado é com relação à segurança e à viabilidade técnica do projeto, para que a edificação não sobra prejuízos futuros em sua estrutura e também não cause danos às unidades privativas.

 

           Superada a questão técnica, o próximo passo é a aprovação em Assembleia Geral, especialmente convocada para a deliberação sobre o assunto.

 

           Apesar da controvérsia que cerca o tema predomina, o entendimento é que qualquer tipo de obra que implique na alteração da fachada, reclama o quórum unanime (100%) de todos os condôminos da edificação (art. 1.336, III, do Código Civil)[1].

 

[1]Art. 1.336. São deveres do condômino: III – não alterar a forma da fachada, das partes e esquadrias externas;

              O espírito da lei contido no art. 1.336, III, do Código Civil, que estabelece da vedação de ser alterada a fachada, decorre da necessidade de preservação das condições estéticas e da estrutura arquitetônica do conjunto, que é patrimônio comum doscondôminos.”

 

          Além das ponderações do Assessor Jurídico do SECOVI-SP,ocorre-me as seguintes questões sobre a instalação de “jardim vertical”, na parede externa de edifício:

 

1º ) com sua instalação, a contínua umidade gerada pela água, não ocasionará infiltrações nas paredes dos apartamentos?

 

2º ) a instalação e manutenção de todo o mecanismo para manter o “jardim vertical” não resultará em  aumento substancial na conta de água e de luz para o prédio?

 

3º ) essa parede do “jardim vertical”, continuamente umedecida, não atrairá mosquitos e outros insetos, ocasionando doenças nos moradores e obrigatoriamente aumentando gastos com dedetizações mais frequentes etc”?

 *     *    *

13/11/18

     JARDINS VERTICAIS

     Cerca de quatro anos antes da criação da lei do parque Minhocão, o elevado João Goulart 

foi palco de uma disputa entre a Promotoria do Meio Ambiente e a administração sobre o uso de jardins verticais para amenizar o impacto causado pela derrubada de árvores. 

     Em 2015 e 2016, sete jardins verticais foram instalados na fachada de prédios no entorno do Minhocão como uma nova forma que as empresas encontraram de fazer a compensação ambiental de empreendimentos na capital.  

     A Promotoria questionou a prefeitura e alegou que se tratava de uma troca insuficiente. Em seu parecer na ocasião, o promotor Carlos Henrique Prestes Camargo usou o termo “árvores emparedadas” para se referir ao modelo de plantio. 

     Entre os motivos para não considerar os jardins verticais como forma de compensação ambiental, o promotor citou a irrelevância diante da impermeabilização do solo, causada pelo desmatamento. 

A prefeitura contestou a ação civil pública na Justiça, mas acolheu acordo e revogou, em setembro, o decreto que permitia a instalação de jardins verticais como compensação ambiental, sem prejuízo aos já existentes. 

     A gestão Bruno Covas, então, passou a recomendar os jardins verticais como uma forma de estímulo de bom uso das chamadas “empenas cegas”, face do prédio sem janelas. 

     No parecer, o promotor também questiona o fato de o contrato da prefeitura com as empresas ter previsto apenas seis meses de manutenção após a instalação dos jardins verticais. (…)

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/10/plano-preve-troca-de-divida-ambiental-pelo-plantio-de-arvores-no-minhocao.shtml

 

https://www.minhocao.net.br/

https://www.facebook.com/movimentodesmontedominhocao/

[email protected]

 

 

 

 

 

 

 

 

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nov 27 2018

Imprensa MDM

Minhocão: o bom exemplo que vem do Oriente (Seul)

 

 

I N F O R M A

 

Minhocão: o bom exemplo que vem de Seul

RAUL JUSTE LORES

São Paulo nas Alturas

Redator-chefe de Veja São Paulo, é autor do livro “São Paulo nas Alturas”, 

sobre a Pauliceia dos anos 50.

Ex-correspondente em Pequim, Nova York, Washington e Buenos Aires,

escreve sobre urbanismo e arquitetura

 

#SPSonha: a reestruturação e os novos empregos

da capital sul-coreana

A área decadente de Sewoon foi foco de investimentos da prefeitura,

que transformou o local num polo de manufatura moderna

Por Raul Juste Lores

9 nov 2018

          Coréia do SulSeul parece ter duas missões em suas maiores empreitadas urbanísticas: valorizar áreas decadentes para atrair turistas e investimentos, e, especialmente, atualizar parte da indústria manufatureira, que foi potência nos anos 70 e 80, antes da China abraçar o capitalismo e levar muitas linhas de montagem para lá. (…)

Riacho Cheonggyecheon: a nova vista do bairro revitalizado 

(Raul Juste Lores/Veja SP)

          (…) A prefeitura decidiu instalar um polo de manufatura moderna em meio a galerias já esvaziadas de um grande mercado de eletrônicos. Com startups, muitas impressoras 3D, um laboratório de fabricação digital (“fablab”) — o ecossistema da chamada cultura maker. Enquanto a velha e a nova indústrias se aproximam e aprendem uma com a outra, Sewoon se valoriza (o que ajuda a arrecadação municipal).

          Antes dessa iniciativa, o bairro já tinha sido beneficiado pela demolição de um Minhocão sul-coreano e pela transformação do Tamanduateí deles, o Riacho Cheonggyecheon, em parque linear.

          Diversos prédios surgiram aproveitando a vista do novo rio — o boom imobiliário rendeu mais IPTU e empregos, como a prefeitura de lá desejava. (…)

https://vejasp.abril.com.br/blog/sao-paulo-nas-alturas/sp-sonha-seul-empregos/

*     *     *

          NR: enquanto isso, em São Paulo, maior capital da América do Sul…

Minhocão (SP) – imagem da degradação, entrave a revitalização do centro, 

ao progresso e geração de empregos

 

*     *     *

C O N V I T E

 

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nov 25 2018

Imprensa MDM

Escolas de samba, pancadões e blocos tem tirado o sossego de paulistanos, principalmente de quem mora no entorno do Minhocão

MDM INFORMA

 

Blocos e “pancadões” tiram o sono de paulistanos 

 SP NO AR

 19/11/2018

 383

 COMPARTILHAMENTOS

 

Escolas de samba, pancadões, bares e blocos tem tirado o sossego

de paulistanos, principalmente de quem mora no entorno do Minhocão

          Apresentador: Atenção. Na cidade que não para nunca, moradores de algumas regiões não conseguem descansar nem durante a noite.

É o barulho, gente, que prejudica o sono de muitos paulistanos. O ruído vem de bares, pancadões, escolas de samba. E para quem mora no Minhocão… hã… então… vixiii…

O barulho da rua parece que está dentro de casa.

É a madrugada que vem bastante movimentada, tirando o sono do povo.

Repórter: Escola de samba. Pancadões. Bares. Blocos tocando madrugada  adentro.

A noite de muitos paulistanos, não  tem sido de descanso.

Moradores das proximidades do Minhocão  registraram vídeos que mostram a falta de sossego por lá. Principalmente depois que o local virou parque.

Este grupo passa tocando e cantando.

Grupos de jovens estão sempre por ali, conversando alto.

          Repórter: Quando o elevado  fecha  o acesso para veículos, o local é tomado por pessoas praticando atividades físicas, passeando com cachorros. Mas, de acordo com moradores aqui da região , o problema do barulho acontece durante a madrugada, quando muita gente está dormindo, ou melhor… tentando.

 

          Maria Ena, moradora: Quem passa por ali, pelo amor de Deus, mora gente. Nós queremos dormir. Nós somos trabalhadores. Queremos um pouco de paz.

         Repórter: A sala do apartamento de Maria dá de frente para o Minhocão. Ela diz que nos últimos dias, o barulho foi demais.

         Maria Ena, moradora: Eu peguei , fui até  a janela e gritei: “Por favor, pode abaixar o som”?  Aí eu fui xingada, lógico, né? Essas pessoas demoraram mais de uma hora para se retirar.

         Repórter: Logo que anoitece, Dona Regina fecha portas e janelas, para abafar o ruído.

         Da varanda de Dona Regina, a gente consegue ver bem que o elevado é muito perto daqui.

Cerca de 300 metros. E ela estava me contando, de noite, de madrugada, o barulho é tão alto, tão

forte, que ela tem que driblar, dar um jeitinho. Inclusive o quarto dela era aqui. E a senhora teve que ir para o quarto dos fundos, para tentar dormir em paz, né?

           Sra. Regina, moradora: É. Porque o barulho é demais, aqui. Quando tem festa, quase todo dia, bagunça, música lá em cima, a gente não consegue dormir!

         Repórter:  Dona Gilda conta que esta semana mesmo, perdeu o sono, por causa de uma

briga de moradores de rua .

             Sra. Gilda, moradora: Palavrões. Uma coisa sim, constrangedora, viu? Olhe, nós estamos sofrendo muito aqui nessa região.

         Repórter:  Os moradores decidiram enviar uma carta-aberta, ao Ministério Público, pedindo providências.

         Sra. Gilda, moradora: Durante o dia, já tem barulho. À noite também?! Pior ainda, à noite, o barulho. Então, não tem condições mesmo. É preciso se tomar providências URGENTES!

         Repórter: O Vice-Presidente do CONSEG Campos Elíseos e Barra Funda  acredita que o parque Minhocão  deveria ter horário de funcionamento, como ocorre com outros parques.

          Francisco Machado,  Vice-Presidente do CONSEG Santa Cecília,  Barra Funda e Campos Elíseos:  O Promotor de Justiça deu uma RECOMENDAÇÃO à Prefeitura para que fossem colocados horários para abrir e fechar e portões, como existem em todos os outros parques.

         Já se passaram praticamente quatro meses e a Prefeitura… nada fêz…

 

         Repórter: A Prefeitura diz que o programa de silêncio urbano , o PSIU, realiza ações de fiscalização e vistorias programadas , de acordo com a demanda, em diversos pontos da região. (…)

*     *     *

C O N V I T E

No dia 3 de dezembro próximo, haverá Audiência Pública da CCJ, às 18 horas, 

no Auditório Prestes Maia,  no 1º andar da Câmara Municipal

para se tratar do PL 098/2018, do jovem Vereador Caio Miranda

morador da região central, o qual autoriza o Prefeito atual ou o próximo, 

a realizar o desmonte da obsoleta e decrépita  estrutura do Minhocão

que degradou o centro de São Paulo, gera problemas de saúde e insegurança 

para milhares  de moradores, transeuntes etc. 

E assim, com o desmonte, atrair o progresso e a revitalização dessa sofrida área, 

como feito no Rio, Boston, Seul, Montreal, Lyon, Vancouver,

Madrid, San Francisco, Barcelona etc, 

com possibilidades de parque no  chão, ou belo Boulevard,

a exemplo do Rio de Janeiro que desmontou o Minhocão

local (Perimetral) e fêz o moderno e belo Boulevard Olímpico,

atraindo turistas, incrementando o comércio,

gerando milhares de empregos. 

Toda área degradada só atrai ilícitos e problemas de segurança etc

para nossas valorosas forças policiais,

inferniza a vida de milhares de municipes

e só dá gastos para a Prefeitura.

http://recordtv.r7.com/sp-no-ar/videos/blocos-e-pancadoes-tiram-o-sono-de-paulistanos-19112018

https://www.minhocao.net.br/

https://www.facebook.com/movimentodesmontedominhocao/

[email protected]

 

 

 

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nov 19 2018

Imprensa MDM

Rio desmonta o Minhocão e atrai progresso, empregos e turismo. Em São Paulo, a perpetuação de área degradada?

I N F O R M A

Empresas começam a desembarcar

no Porto Maravilha

18/11/18 

Pollyanna Brêtas

          O movimento ainda é tímido, mas, aos poucos, os prédios construídos no Porto Maravilha começam a receber escritórios e empresas.

          Nos últimos meses, sete companhias anunciaram mudanças para a Região Portuária, entre elas Nissan, Bradesco Seguros, Fábrica de Startup e Granado. Serão quatro mil pessoas a mais circulando diariamente pelos bairros do Santo Cristo, da Gamboa e da Saúde.

           A expectativa é mais do que dobrar a movimentação na área até o ano que vem. Para Antonio Carlos Barbosa, presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp) — gestora da prefeitura na operação da região —, o processo é lento, mas um pouco mais consistente. (…)

           Entre as empresas que estão desembarcando na região, um dos destaques é a Bradesco Seguros, que comprou o Port Corporate — próximo à Rodoviária Novo Rio — e vai ocupar os 18 andares do edifício com três mil funcionários. A Tishman Speyer Brasil mudou-se para o prédio Aqwa Corporate, em frente à Cidade do Samba, com 15 empregados do Rio. A japonesa Nissan também levou seus 160 trabalhadores para um andar inteiro do mesmo empreendimento.

            — Achamos melhor implantar um projeto-piloto de escritório virtual no Porto, em um prédio novo e desenvolvido. Para isso, houve adequação da estrutura e implementação de uma nova forma de trabalhar. Foi o primeiro lugar na América Latina em que a Nissan implementou isso — disse Marco Silva, presidente da Nissan do Brasil.

           A Granado levou mais de 200 funcionários à região.

           — Decidimos migrar para um edifício moderno, confortável e central. Além da qualidade e da infraestrutura, o preço era atraente, e a localização de fácil acesso, principalmente pelo VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e por ser perto da Via Binário — disse Christopher Freeman, presidente da empresa. (…)

 

Cerca de 30 mil pessoas moram na área

 

          O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, anunciou, em agosto deste ano, que o governo federal pretendia firmar uma parceria com a Caixa Econômica Federal para a construção de cinco mil unidades do programa habitacional popular “Minha casa, minha vida” na Região Portuária do Rio. Hoje, 29.800 pessoas vivem na área, que tem capacidade para receber 400 mil moradores. (…)

 

          Para a Bradesco Seguros, o projeto de uma nova sede foi motivado pelo potencial da região e pela localização próxima às principais vias de acesso ao Rio — Avenida Brasil, Linha Vermelha e Ponte Rio-Niterói —, garantindo mobilidade.

 

Depoimento – Rilden Albuquerque, gerente de Desenvolvimento Econômico e Social da Cdurp

 

          – “Essa nova demanda vai atrair negócios para a região do Porto Maravilha. Acreditamos que surgirão novos restaurantes, academias, lojas e todos os tipos de serviços que os trabalhadores consomem. E isso é uma oportunidade incrível de geração de empregos para os moradores daqui. Aposto que as novas oportunidades vão se refletir no aumento da circulação de pessoas”.

https://extra.globo.com/noticias/economia/empresas-comecam-desembarcar-no-porto-maravilha-23242469.html

https://glo.bo/2QS2RdH

          NRo Porto Maravilha é a área onde antes passava o Minhocão (Perimetral) do Rio, que parte foi demolido e a outra parte desmontado e em seu lugar foi feito o moderno e turístico Boulevard Olímpico.

          NR: entre a perpetuação da estrutura decrépita e obsoleta e o progresso, os cariocas optaram pelo progresso.

          Assista ao vídeo e veja como vai sumindo o cinzento, o pardacento, o concreto, o asfalto e o feio  do Minhocão local (Perimetral) e vai surgindo o verde, com possibilidades inúmeras ,                        comércio, geração de empregos, desenvolvimento, turismo etc.

https://www.youtube.com/watch?v=pvjKn1bXW4w&t=40s

          E em São Paulo, a maior capital da América do Sul e em pleno século XXI, o que vemos?

          Como uma cicatriz medonha, cortando o rosto da cidade de São Paulo, o Minhocão vai a tudo degradando e poluindo ao longo de seus 2 kms e 800 metros.

          Os milhares de moradores tem de conviver com a “incomodidade insuportável” (expressão cunhada pelo Promotor de Urbanismo e Habitação do Ministério Público, Dr. César Martins), onde privacidade deles é violada e se sentem como animais num zoológico.

          Enquanto em grandes cidades do mundo, tais como Boston, Seul, Madrid, Montreal, Lyon, Barcelona, Vancouver, Los Angeles etc eliminam o pardacento e poluído Minhocão local,            dando lugar ao verde e reurbanização da área, em São Paulo, lamentavelmente o que temos é o que mostra as fotos acima.

 

 

 

 

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